E se fosse eu?

Se eu fosse um dos refugiados, refletiria muito bem no que colocar na mochila antes de partir e nas vantagens de fugir da guerra para melhorar as minhas condições de vida e as da minha família.

E se não fosse refugiada, pensaria em formas de ajudar os que viriam para o meu país.

No primeiro caso, ao fugir da guerra, estava a lutar para ter uma vida melhor. Porém, para isso tinha que pôr, na minha mochila, objetos úteis para me ajudarem durante este processo de migração, tal como água, comida, roupa, dinheiro e os meus documentos.

No segundo caso, tentaria encontrar maneiras de tornar a vida destas pessoas mais fácil, auxiliando a integrarem-se mais rapidamente na nossa sociedade; e, para isso, voluntariava-me para estar com estas pessoas de modo a encontrarem um lugar, no qual se sentissem bem e confortáveis, para reconstruirem a sua vida longe do terror e dos conflitos do seu país.

Em suma, a vida dos refugiados não é fácil e eles têm de tomar várias decisões importantes para concretizar o caminho que têm a percorrer; portanto, os outros que não o são deveriam ajudá-los a tornar esse percurso mais harmonioso.

Bruna Pereira e Mariana Fernandes, 12º1

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