Sexta-feira, dia 13: Um dia de sorte!

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Et7ra Teatro – Os Maias

Ontem, sexta-feira, dia 13, houve nevoeiro, chuva, talvez alguma fome porque a peça acabou tarde… mas, a avaliar pela vossa expressão, valeu a pena a deslocação até Gulpilhares, Gaia. Talvez porque a alma de todos – alunos, atores, professores… – não é pequena.

E também foi engraçado ver uma aluna da nossa escola a representar um papel de ardina e a interagir com os atores em palco.

Sim, foi um dia de sorte. Parabéns a todos. Mostraram que sabem ser um público respeitador e ativo.

Vão pensando na vossa apreciação crítica sobre a peça visionada.

Uns dias de pausa também são bons para pensar. Se são, depois de tão boa sessão!!

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18 thoughts on “Sexta-feira, dia 13: Um dia de sorte!

    • Sim, de facto, todos vocês têm capacidades “incríveis”, como escreveram uns alunos muito simpáticos do fundo da sala. Conhecem?
      Também gostei muito de ver a Daniela, parecendo que representava há muito tempo, apesar de ter intervindo quase de improviso.
      Um beijinho
      D.

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  1. Claramente, um dia de sorte!! Ir ao teatro, só por si, é incrível ; mas poder ter assistido a uma representação tão bem conseguida foi bestial! A companhia de teatro ET7ra foi fiel à intriga e, o que nos cativou mais, procurou interagir bastante com o público. Agradecemos esta experiência!

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  2. Quando me vieram fazer o convite para eu participar, fiquei um pouco reticente, mas como toda a gente sabe o que eu não sou é envergonhada, o que nestes casos ajuda, decidi aceitar. Ainda bem que o fiz, foi uma experiência incrível e, para além disso, pude conviver de perto com os atores, que foram bastante simpáticos.
    Relativamente à encenação, eu gostei muito porque foi bem feita e houve uma boa adaptação à realidade e à obra.
    Espero que situações como esta voltem a acontecer.

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  3. E fizeste muito bem, Daniela, porque revelaste capacidade de comunicação com o público e, quase de improviso, fizeste um bom papel de ardina de um dos jornais referidos na obra Os Maias.
    Parabéns e continua a participar nas diferentes atividades, porque gostas de aprender cada vez mais.
    Um beijinho
    DG

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  4. Os Maias têm-se tornado um livro cada vez mais apreciado ao longo dos tempos. Com vista a proporcionar um melhor contacto com a referida obra, a Escola Secundária de Gondomar organizou uma visita de estudo ao Auditório Municipal de Gulpilhares, onde foi representada a peça adaptada da obra queirosiana.
    O romance foi consideravelmente bem encenado, tanto a nível das personagens como dos adereços. Os atores mantiveram-se fiéis à história, como se pôde verificar, por exemplo, no desempenho de João da Ega, que interpretou de uma forma muito humorística o seu papel, como acontece na obra. Por outro lado, verificámos que a participação na peça de Afonso da Maia foi escassa, relativamente à importância que este tem na narrativa.
    Além do mais, as roupas usadas revelaram-se adequadas à época em que a história está inserida (século XIX). Os cenários permaneceram constantes ao longo da representação, transparecendo a simplicidade dos mesmos.
    A representação provocou risos na plateia, visto que o elenco era muito divertido e interagia muito com o público. Em relação à linguagem utilizada, esta era tanto cuidada como informal, pois tinha como objetivo o entretenimento e motivação dos estudantes.
    No nosso ponto de vista, a encenação foi muito bem conseguida e, definitivamente, valeu a pena!
    Helena e Catarina, 11º 3

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  5. Realmente, Os Maias, são um marco com grande importância na história portuguesa, pois representam a nossa sociedade portuguesa, não só a de antigamente, como a de hoje em dia, tornando-se uma obra atual.
    No nosso ponto de vista, a peça foi muito interessante, pois, apesar de tratar assuntos delicados, como na obra, os atores utilizaram a comédia para captar a atenção do público e assim ter um “feedback” positivo por parte deste.
    Durante o espetáculo, apercebemo-nos de que, por um lado, a companhia foi fiel ao romance, escrito por Eça de Queirós, pois sintetizou bem o enredo e as características das personagens. Estas foram bem construídas, demonstrando um trabalho árduo desenvolvido pelo elenco. No entanto, pudemos observar que também existiam pequenas diferenças. Por exemplo, enquanto que no livro é Cruges que fica encarregado de trazer as queijadas de Sintra para a sua mãe, na peça, é Carlos que o deve fazer a pedido de Ega.
    Também estamos de acordo que faltavam algumas peças para completar o “puzzle” (encenação), como a presença mais frequente de Afonso da Maia (entre outros), visto que na obra tem um papel de elevada importância, e algumas cenas foram omitidas.
    No nosso ponto de vista, foi uma manhã bastante proveitosa, visto que contribuiu para a nossa aprendizagem e, de certa forma, para o esclarecimento de algumas dúvidas que podiam ter surgido no decorrer da leitura de Os Maias.

    Valeu realmente a pena!

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  6. A peça de teatro realizada pela companhia Et7ra Teatro a que assistimos foi baseada na obra Os Maias de Eça de Queirós. Foi no âmbito do estudo deste romance que esta atividade foi dinamizada.
    Relativamente aos atores, podemos referir que estes assumiam diferentes posturas de acordo com a sua personalidade, destacando-se o Ega e o Dâmaso Salcede com expressões características que se repetiam ao longo da peça como “gouvarinhar” e “chic a valer”. A excelente interação com o público demonstrou, também, a qualidade do seu trabalho, quebrando o ritmo da peça, o que fez com que duas horas de espectáculo não se tornassem monótonas. A Niniche, cadela (de peluche) de Maria Eduarda que foi atirada para o público, foi um momento inesperado que enriqueceu a peça.
    Ao nível do vestuário e dos adereços,diversificados de acordo com a caracterização das personagens, destacam-se a indumentária exagerada e provocante da condessa de Gouvarinho, a aparência angelical de Maria Eduarda e o fato novo demasiado formal de Dâmaso, no episódio das corridas do Hipódromo. Os charutos, ao nível da peça, serviram para a tornar mais real, envolvendo-nos no enredo da história. Os cenários, apesar de não serem muito diversificados, eram de fácil associação aos espaços que pretendiam representar.
    No decorrer da encenação, reparamos na fiel adaptação da obra não só a nível da intriga principal, mas também do vestuário e cenários. Contudo, revelava algumas diferenças, como por exemplo a descoberta da relação de Ega com Raquel pelo Cohen através de sonhos em voz alta da senhora Cohen e não por cartas enviadas pelos amantes, tal como no romance. O facto de ser Carlos a esquecer-se das queijadas na viagem a Sintra e não Cruges é um exemplo de outra divergência em relação à obra queirosiana. A introdução de expressões contemporâneas, como “I got a feeling” e “que violência”, provocando riso, tornou a peça divertida, captando a atenção dos espectadores.
    Deste modo, a visão global do enredo principal da obra foi uma mais-valia para a sua compreensão, constituindo uma motivação para o seu estudo.

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  7. A peça que visualizámos, representada pelo grupo de teatro Et7ra foi, na nossa opinião, muito bem conseguida, visto que os atores tiveram a árdua tarefa de representar uma obra tão extensa num curto espaço de tempo.
    O romance tem sido estudado por muitas escolas em todo o país e, por isso, viajámos até Gulpilhares para assistir à peça sobre o mesmo. Peça esta recheada de bons atores e de muito humor.
    Apesar de não terem sido citadas muitas personagens ao longo da peça, foram as suficientes para nos ajudar na compreensão da obra. Além disto, observamos também que foram feitas algumas alterações na obra e que esta foi muitas vezes ligada à atualidade.
    Em suma, valeu a pena a viagem até Gaia para a visualização da peça, visto que nos surpreendeu pela qualidade dos atores e também pela maneira divertida como estes interpretaram a peça.

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    • Ainda bem que gostaram e que foi útil a visualização da peça para melhor compreensão da obra. Espero que estejam a visitar a família Maia, leia-se que estejam a ler a obra, para um bom trabalho de oralidade.
      Um beijinho
      DG

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  8. A interpretação de Os Maias, feita pela companhia “Et7ra Teatro”, fez justiça à obra, pois, embora a linguagem não tenha correspondido exatamente à utilizada na mesma, esta foi adaptada de forma a tornar a peça mais atual e apelativa para o público jovem. Por esta razão, e também devido à introdução de elementos de comédia, as personagens adquiriram mais vivacidade, o que se revelou uma excelente técnica para manter a peça atrativa ao longo da sua apresentação.
    Verificou-se que a companhia prestou muita atenção aos detalhes, como, por exemplo, o facto de Dâmaso vestir sempre roupas semelhantes, embora com uma aparência menos cuidada, às de Carlos: a Condessa de Gouvarinho apresentar vestes provocantes e de Maria Eduarda usar sempre roupas brancas.
    No entanto, os cenários eram um pouco monótonos. Porém, os adereços, apesar de escassos, permitiam ao público distinguir os diferentes espaços da história, distinção essa que se revelou por vezes difícil e que teve de se apoiar na participação ou não de certas personagens, bem como no discurso das mesmas, para que tal fosse possível.
    Cativantes, a postura divertida dos atores, a demonstração hiperbólica de emoções pelos mesmos e a sua forte interação com a audiência foram cruciais para manter o interesse da plateia.
    Em suma, esta representação teatral revelou-se uma ótima forma de melhor entender e conhecer Os Maias de Eça de Queirós e permitiu que os espetadores criassem uma ligação entre a ação da obra e situações atuais.

    Maria Granjo e Marco Nascimento, 11º 3.

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  9. Os Maias, uma célebre obra de Eça de Queirós, datada dos finais do século XIX, ainda hoje é objeto de estudo em várias escolas por todo o país. Devido a tal facto, e com o intuito de ajudar os estudantes a melhor compreender o romance, inúmeras companhias de teatro, nomeadamente a “Et7ra Teatro”, adaptaram e representaram a narrativa.
    No que diz respeito a este assunto, a representação teatral foi bem adaptada podendo, assim, destacar-se alguns pontos: a introdução de música para conferir ritmo à encenação; a adição de expressões atuais de modo a facilitar a conexão com as gerações mais jovens; a versatilidade revelada pelos atores, uma vez que duas personagens eram interpretadas pela mesma pessoa.
    Contudo, podemos apontar aspetos negativos, tais como: pouca variedade de cenários; falta de intensidade na interpretação de algumas personagens, como por exemplo o João da Ega, revelando monotonia; supressão de figuras (como Rosa e senhor Guimarães) presentes na obra que são essenciais à compreensão do avanço da ação.
    Para concluir, na globalidade, a experiência foi enriquecedora para a instrução dos alunos no âmbito da disciplina de português.
    É, sem dúvida, uma atividade a repetir!

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